Diabetes tipo 2; a pandemia do século XXI

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Diabetes

A diabetes hoje é considerada uma pandemia. Estima-Se que existem cerca de 290 milhões de pessoas com diabetes em todo o mundo, número que aumentará nos próximos 20 anos, até atingir os 380 milhões.

Adiabetes mellitus (DM) é um grupo de patologias crônicas, endócrino-metabólica resultante de um defeito na secreção de insulina (hormônio produzido e secretado pelas células do pâncreas, que se encarrega de transportar a glicose para o interior da célula), a ação da mesma, ou em ambos, que provoca um distúrbio no metabolismo dos hidratos de carbono, os lípidos e as proteínas.

A American Diabetes Association (ADA) reconhece mais de 56 tipos diferentes de diabetes, entre as quais se encontram a diabetes mellitus gestacional (GDM)10, a diabetes mody, etc., Mas hoje só me centrare na diabetes tipo 2.

Diabetes tipo 2

O DM tipo 2 é a mais comum na população, uma vez que afeta em torno de 90-95 % da população diabética. O fator desencadeante é a resistência à insulina, uma vez que os receptores celulares da insulina estão danificados, provocando com o passar do tempo que o pâncreas diminui a produção de insulina. Hoje em dia acredita-se que a resistência à insulina se desenvolve como resultado da interação de fatores como a obesidade, inatividade física e também um fator genético.

A DM tem uma série de complicações: hiperglicemia, hipoglicemia microangiopatias, macroangiopatias, neuropatias.

A hipoglicemia é caracterizada por níveis de glicose no sangue abaixo de 50 mg/dL. A pessoa pode apresentar manifestações neurológicas, como visão turva, dores de cabeça, confusão, letargia e incoordinación muscular e hipoglicemias abaixo de 40mg/dl podem causar, convulsões, coma e até a morte. Também a pessoa pode apresentar sintomas adrenérgicos, sendo os mais frequentes diaforesis, náuseas, vômitos, taquicardia, palpitações, tremores etc.

O que é a hiperglicemia?

A hiperglicemia é um excesso de glicose no sangue. Demonstrou-Se que é o principal fator responsável por complicações microvascular, tanto para o diabetes tipo 1 e tipo 2, mas como esta última pode haver um longo período de hiperglicemias assintomáticas, muitas pessoas com DM tipo 2 apresentam complicações no momento do diagnóstico.

As três P são sintomas frequentes, como forma de apresentação de DM tipo 1 e 2.

Sintomas da diabetes

Quando os níveis de glicose no sangue ultrapassam a capacidade renal de reabsorção, aparece cuidado (glicose na urina), que provoca um aumento da diurese (sedentarismo) e sede (facto). A perda de água e eletrólitos leva a uma desidratação. Ao não entrar glicose na célula dá-nos fome (polifagia), mas o sintoma mais preocupante ocorre a nível metabólico e é a cetose não entrar glicose na célula, esta começa a obter energia a partir dos lípidos, gerando como produto de eliminação final cetonas, substâncias tóxicas para o organismo. A cetogénesis produz acidose metabólica, diminuindo o pH. Como mecanismo compensador se estimula a respiração, provocando hyperventilation ou respiração de Kussmaul.

O DM tipo 2 é uma das principais causas de morbidade e mortalidade (mortes causadas por essa doença) prematura em países desenvolvidos, por sua capacidade de provocar complicações como microangiopatias (retinopatia, nefropatia), macroangiopatias (doença cardíaca coronariana, acidente vascular cerebral, arteriopatia periféricos e neuropatias).

As doenças cardiovasculares causam um grande número de mortes em pessoas diabéticas, por outro lado, os pacientes com diabetes que desenvolvem uma doença cardiovascular têm pior prognóstico de sobrevivência do que aqueles pacientes que desenvolvem a doença cardiovascular e não são diabéticos. Por esta razão, a American Heart Association (AHA) indica que a diabetes mellitus é um importante fator de risco de patologia cardiovascular.

O que é o pé diabético?

Uma das complicações crônicas mais frequentes é o pé diabético. Um 15% dos pacientes com Diabetes Mellitus, ao longo de sua vida, sofre de pé diabético. Isso se deve ao fato de que um alto nível de glicose no sangue provoca uma perda de líquidos no corpo. Esta desidratação faz com que a pele se reseque e chegue ao rachamento permitindo a entrada de micróbios que se alimentarão de esta glicose, os quais favorecerão uma infecção. Podem-Se distinguir quatro tipos de úlceras diabéticas de acordo com a sua origem neuropática, tia, neuroisquemico ou infeccioso. A arteriopatía periférica baseia-se em que chega uma curta sangue para as extremidades por um estreitamento das artérias, causando uma má circulação. Na neuropatia, em contrapartida, diminui a sensibilidade por lesões nos nervos e isso dificulta o reconhecimento da dor. Qualquer uma dessas causas ou a sua combinação, podem fazer com que apareçam as úlceras no pé, como consequência da falta de oxigênio e nutrientes nas pontas.

Como podemos saber se somos diabéticos?

O diagnóstico estabelece-se a glicemia em jejum é ≥126 mg/dl em pelo menos 2 dias diferentes, ou por glicemia em qualquer momento ≥200 mg/dl associado a sintomas de diabetes como astenia, de facto, polifagia sedentarismo, perda de peso, etc. Também pode ser diagnosticada após sobrecarga oral de glicose (SOG). A pessoa deverá tomar 75 g de glicose, e se a 2 horas de açúcar no sangue é superior ou igual a 200mg/dl, foi-lhe diagnosticado de diabetes.

Quem deve peruca insulina?

É indicado para aqueles pacientes que não são capazes de controlar a sua diabetes através do exercício físico, dieta ou, apesar de estar recebendo tratamento com hipoglicemiantes orais. Também é indicado em casos onde o paciente sofra de episódios de descontrole aguda da glicemia que impeçam o uso de hipoglicemiantes orais e, quando as pacientes diabéticas estão grávidas.

Aqui deixo também um vídeo com uma informação muito interessante sobre as diabetes.

saudações!

10 chaves para entender e praticar a moda solidária

1. Roupa sustentável: onde as pessoas importam


A moda sustentável é aquela que tem em conta os três pilares em que se baseia a chamada responsabilidade social empresarial: o respeito pelas pessoas que trabalham, a proteção do meio ambiente e, além disso, é economicamente sustentável. Na moda solidária, o respeito às pessoas é uma parte essencial: os trabalhadores devem ter condições dignas de emprego e a criação de uma marca que favoreça a economia e a produção local, assim como a recuperação de empregos.


A moda sustentável inclui, portanto, a roupa ecológica, criada a partir de matérias-primas e métodos que respeitam o planeta. Mas também incorpora uma vertente de vestuário com reciclagem de outras matérias (chamada de upcycling) e roupas artesanais, vintage ou a chamada moda inteligente, onde o cuidado de os trabalhadores do setor é essencial.


2. Roupa que se preocupa com o planeta


A moda sustentável utiliza matérias-primas produzidas por meios biológicos; entre elas, fibras cultivadas sem pesticidas ou herbicidas, como o algodão orgânico e cânhamo. Mas há muitos mais tecidos sustentáveis. Existe roupa criada a partir da celulose de árvores e até há um aumento muito grande de materiais de substitutos do couro, como os chamados couros vegetais feitos a partir de abacaxi e os cogumelos.


Mas, além das matérias-primas, a moda sustentável biológica também tem em conta os processos de produção para reduzir o consumo de água e a poluição com o uso de corantes naturais. Também se preocupa em reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) nas áreas de marketing e distribuição.


O importante é que todos estes materiais biológicos estejam certificados, oferecendo ao consumidor uma garantia de que sua produção é gentil com o planeta e com seus trabalhadores e que protejam o meio ambiente silvestre e humano.

Imagem: IlyaShapovalov

3. Roupas que reduz desperdício


A roupa solidária tem uma vertente chamada de reciclagem ou upcycling, um conceito baseado em peças criadas através da reciclagem de materiais que de outra forma acabariam no lixo.


A moda solidária dá um valor acrescentado para os resíduos. Cria bolsas a partir de pneus ou de anilhas das latas de refrigerantes ou roupa a partir de outras peças que seriam descartadas. Mesmo usa plásticos e antigas redes de pesca.


4. Moda que protege a cultura


A roupa solidária também tem em consideração o valor de artesanato e o papel cultural de seus trabalhadores manuais: tem muito em conta a recuperação de técnicas ancestrais, que de outro modo se perderiam e o valor das coisas feitas por artesãos. Em outras ocasiões, a moda solidária torna-se mais vintage e recuperação de peças antigas.


5. Calças mais democráticos


A venda de peças de segunda mão, até mesmo a troca de roupa entre particulares, também faz parte da moda solidária, já que protege a economia local. O que você precisa, você pode vender parte de sua roupa, um dispositivo de baixo custo, que promove um tipo de economia mais horizontal e solidária.


Além disso, é uma opção mais barata para o consumidor. A moda sustentável também deve ser economicamente sustentável: é importante que fomente a economia local e seja transparente.


6. Quando a roupa é inteligente


A moda solidária não fica atrás das tendências. Assim, também abraça a chamada smart fashion , ou moda inteligente. As peças solidárias inteligentes incorporam a idéia do bem comum, com a ajuda da tecnologia.


Neste sentido, existe a roupa repelente, com fibras que evitam as picadas dos mosquitos-que tantas doenças perigosas pode transmitir, como o zika ou a dengue-, antimanchas ou que favorecem a circulação sanguínea.

Imagem: Denisfilm

7. Um armário responsável


Para vestir-se de forma mais sustentável, o primeiro que há que fazer é praticar um consumo de peças responsável: buscasse apenas a roupa de que necessita. Além disso, para conseguir um guarda-roupa mais sustentável, há que optar por peças de vestuário que usam tecidos biológicos, marcas locais. O outro conselho? Compre as peças de roupas que sirvam de fundo do armário e que possa combinar mais vezes.


8. A roupa eco não sai de moda


A moda sustentável é uma moda atemporal que nunca sai de moda. Deve-Se adaptar a moda ao estilo da pessoa: é essencial comprar peças de qualidade, pois isso influencia na durabilidade. E isso é uma característica da moda solidária.


9. Um armário solidário, e barato


Desfrutar de um guarda-roupa mais sustentável e economizar no caminho é possível. Primeiro de tudo, faça uma análise de seu guarda-roupa e fique somente com o que vale a pena.


E o que fazer com o que não? Há duas opções. A primeira, trocar essas peças por outras peças de vestuário, entre amigos, conhecidos ou em lojas de segunda mão. E a segunda opção para vestir-se de forma solidária e economizar é personalizar ou modificar a roupa. Às vezes uma peça nos amam, mas já não nos fica bem ou tem uma parte muito desgastado. Então poderemos, a partir de algumas de suas peças reconvertirla em outra! Estas são ações que fazem economizar muito no vestiário.


10. Comprar (e vestuário) solidariedade


Isso não quer dizer que a moda solidária implique não comprar roupas novas. Ao contrário. Significa apostar por um consumo de moda mais racional. Podem-Se comprar peças que sejam multifuncionais, ou seja, pôr de várias formas diferentes e têm projetos diferentes, o que quase leva a ter várias peças em uma só.


Outro conselho para se vestir de forma mais solidária e racional, é comprar roupas que serve de fundo do armário e que, ao combiná-lo, permita ter diferentes looks.


 

8 sinais para um diagnóstico precoce

Atualizado 18/11/2016 13:16:45 CET

A doença celíaca é uma entidade freqüente, que afeta cerca de uma em cada cem pessoas, sendo mais freqüente nas mulheres. Uma percentagem importante de doentes (75%) estão sem diagnóstico, daí a necessidade de levar a cabo uma pesquisa intencional de sintomas ou combinações de sintomas que devem suscitar a suspeita clínica.

GLÚTEN: VIVER SEM GLÚTEN

Os celíacos têm uma intolerância permanente ao glúten do trigo, cevada, centeio e, provavelmente, aveia que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, caracterizada por uma reação inflamatória, de base imunológica, na mucosa do intestino delgado, dificultando a absorção de macro e micronutrientes.

Embora, às vezes, os sintomas podem ser atípicos ou estar ausentes, os pacientes tendem a sofrer perda de peso, perda de apetite, fadiga, náuseas, vómitos, diarreia, distensão abdominal, perda de massa muscular, retardo do crescimento, alterações do caráter (irritabilidade, apatia, introversão, tristeza), dor abdominal, meteorismo, anemia por deficiência de ferro resistentes a tratamento.

Quanto ao tratamento, a Federação de Associações de Celíacos do Brasil lembre-se que para controlar a doença, há que fazer uma dieta rigorosa sem glúten por toda a vida. Isto leva a uma normalização clínica e funcional, bem como a reparação da lesão vellositaria.

O celiaco deve basear sua dieta em alimentos naturais: legumes, carnes, peixes, ovos, frutas, verduras, legumes e cereais sem glúten: arroz e milho. Devem ser evitadas, na medida do possível, os alimentos preparados e/ou embalados, já que nestes é mais difícil garantir a ausência de glúten.

A ingestão de pequenas quantidades de glúten, de uma forma continuada, ocasiona a deterioração das vilosidades intestinais. Como conseqüência, pode ocorrer um defeito de malabsorción de nutrientes (princípios imediatos, sais minerais e vitaminas), que leva a diversos estados de carência, responsáveis por um amplo espectro de doenças.

Do ponto de vista psicológico, a pessoa celíaca não é diferente do resto da população, mas a informação é escassa, as dificuldades para realizar corretamente a dieta ou a falta de apoio da sociedade, podem dar lugar a que alguns pacientes se sintam ansiosos e deprimidos.

DIAGNÓSTICO PRECOCE DA DOENÇA CELÍACA

De acordo com a orientação do Ministério da Saúde sobre o ‘Diagnóstico precoce da doença celíaca”, existe 8 sinais que podem ser de sumo interesse para o diagnóstico precoce da mesma. No Infosalus.com as reunimos aqui:

1. Na criança pequena, os sintomas intestinais e o atraso de crescimento, sobretudo se acompanhado de irritabilidade e anorexia, constituem um quadro clínico muito sugestivo de doença celíaca.

2. Na criança maior e no adolescente, o achado de um atraso de tamanho ou da puberdade, assim como uma ferropenia ou uma hipertransaminasemia, sem outra justificação, obriga a descartar a existência de doença celíaca.

3. Em adultos, a apresentação clássica da doença, na forma de diarreia crónica com clínica de malabsorción é incomum, sendo mais frequente a presença de sintomas pouco específicos.

4. Há que ter em conta que a probabilidade de padecer de uma doença celíaca aumenta em determinados grupos de risco. Estes incluem, principalmente, os familiares de primeiro grau, determinadas doenças auto-imunes (diabetes tipo I, hipotireoidismo, etc.) e algumas cromosomopatías como a síndrome de Down.

5. Muitas vezes, o doente celíaco tem sido visitado por inúmeros médicos e submetido a vários exames complementares, sendo rotulado de ‘transtorno funcional’. Os especialistas aconselham uma atenção especial para estes pacientes, em particular, se, além disso, referem uma história de aftas bucais, astenia, irritabilidade ou depressão.

6. A possibilidade de a doença celíaca deve ser tida em conta, também, em pacientes com saciedade precoce ou dor epigástrica ou queimação epigástrica (dispepsia dismotilidad ou desconforto pós-prandial, especialmente se associam flatulência, inchaço e meteorismo. Nestes casos, a suspeita de doença celíaca em pacientes que sofrem com estes sintomas deve ser fortemente considerada quando os sintomas são crônicos e recorrentes, e não responderam adequadamente ao tratamento empírico.

7. Os pacientes que sofrem de diarréia crônica e intermitente e que foram catalogados de síndrome de intestino irritável (SII), devem ser revistos de forma minuciosa. A coexistência de flatulência ou distensão abdominal, borborigmos e fezes misturadas com abundante gás (‘explosivas’) obriga a considerar a possibilidade de uma doença celíaca, também a prisão de ventre crônica não é um sintoma exclusivo de sofrer a EC.

8. Além disso, deve ser avaliado para um diagnóstico das seguintes situações ocorrem sem explicação demonstrável: As mulheres em idade fértil com ferropenia, infertilidade e abortos recorrentes; os que apresentam elevação de transaminases; os que referem uma história de fracturas perante traumatismos mínimos ou osteopenia/osteoporose detectada antes da menopausa ou em um homem adulto jovem.

COMO EXCLUIR SER CELÍACO?

Os marcadores serológicos (AAtTG), são de escolha para iniciar o estes os pacientes com maior probabilidade de apresentar doença celíaca; a sorologia negativa não permite excluir o diagnóstico desta doença. De fato, uma proporção de pacientes com doença celíaca, que apresentam formas histológicas leves e até mesmo com atrofia de vilosidades, não expressam anticorpos antitransglutaminasa no soro.

Por outro lado, existe a possibilidade de realizar um estudo genético (HLA-DQ2/DQ8), muito útil no manejo da doença celíaca, uma vez que quase a totalidade dos pacientes celíacos são HLA-DQ2 ou DQ8 positivos. A sua determinação tem utilidade clínica em casos de pacientes com suspeita clínica bem fundada e estudo de uma pandemia negativo. Um estudo genético negativo exclui quase totalmente a doença celíaca, evitando, com isso, testes invasivos, complexas e de maior custo.

glúten celíaca

TRATAMENTO DA DOENÇA CELÍACA

O único tratamento eficaz disponível atualmente, é o seguimento de uma dieta rigorosa sem glúten (DSG), mantida de forma contínua, durante toda a vida do paciente, que consiste em suprimir do consumo habitual, todos os alimentos preparados ou que contenham farinha de trigo, fundamentalmente, mas também de centeio, cevada e aveia.

Todos esses alimentos podem ser substituídos por outros similares, que são feitos com farinha de milho ou de arroz, já que são os dois únicos cereais, que constitucionalmente são desprovidos de glúten.

Não obstante, não é tão fácil, já que a farinha de trigo está presente na composição ou no tempero de muitos alimentos, ou como aditivos de uma variedade de molhos, já que se trata de um bom espessante. Os pacientes que não respondem a retirada do glúten da dieta, devem ser avisados a frequente existência das chamadas “contaminação cruzada” ou do consumo inadvertido de produtos que contêm glúten e você deve fazer um estudo sistemático orientado para a busca de possíveis doenças ou complicações associadas.

CARRINHO DE COMPRAS PARA CELÍACOS

De acordo com a Federação de Associações de Celíacos do Brasil, 80 por cento dos produtos manufaturados podem conter glúten: enchidos, bolos, chocolates, molhos, sobremesas, laticínios, condimentos, etc., por isso que muitos desses têm que ser de qualidade “extra”, já que os de qualidade inferior, de acordo com a legislação atual para este tipo de produtos podem trazer em sua composição farinhas, espessantes, amidos, etc.

Os produtos considerados básicos na dieta (pão, biscoitos, massas italianas, etc.), têm que ser substituídos por produtos especiais sem glúten, cujo preço é muito mais elevado do que os considerados com glúten, como bem comprova a documentação em anexo.

“Apesar dos avanços que têm ocorrido no sector alimentar dos produtos “Sem Glúten”, as diferenças de preços entre os produtos com glúten e sem glúten são muito importantes”, advertem. O certo é que, de acordo com seus estudos uma família com um celíaco no seu seio tem um gasto superior de 1.468,72 euros em carrinho de compras anual.

8 diretrizes para aplicá-lo bem

Publicado 27/08/2018 7:59:35CET

MADRI, 27 Jul. (EDIZIONES) –

A Academia Americana de Dermatologia é clara: “O emprego do auto-bronzeador é a única maneira de parecer moreno de forma saudável neste verão”. De fato, alguns especialistas vêem esta loção, em princípio, cosmética, uma forma de maquiagem, como uma perfeita aliada na hora de ser moreno e também na hora de conservar e prolongar o ansiado tostado verão.

Desde a Academia Espanhola de Dermatologia e Venerología (AEDV) garantem que não são prejudiciais os produtos autobronzeadores. É mais, indicam que nos últimos anos tem melhorado a sua composição para que a aplicação seja mais fácil e uniforme, a absorção mais rápida, o tom mais luminoso e natural, longe do efeito de laranja e o cheiro forte que deixou há anos.

“O tom bronzeado é conseguido porque contêm uma molécula chamada ‘dihidroxiacetona’ (DHA), que, ao entrar em contato com a epiderme, produz uma reação química de oxidação, tiñéndose as células mortas da camada mais externa da nossa pele, destinadas a ser removidas em dois ou três dias, por processo natural de descamação”, explica.

Isso sim, precisa que o tom também dependerá de sua fórmula e com apenas 2% de DHA se consegue bronzeamento sem sol; embora, atualmente, a maior parte dos produtos autobronzeadores estão entre 3% e 6%. “A cor pode ir do alaranjado ao marrom tostado, pelo que é conveniente testar o auto-bronzeador em alguma área da pele pouco visível antes”, advertem.

Não obstante, a AEDV alerta de que com o auto-bronzeador não estamos protegidos contra o sol, já que esta fórmula cosmética, não estimula a melanina, ou seja, não gera cor de forma natural (que é o que protege), mas que se trata de uma forma de composição, como antes mencionado.

Neste sentido, em uma entrevista com Infosalus, a doutora Raquel Novo, chefe do serviço de Dermatologia dos hospitais universitários HM Montepríncipe e HM Porta do Sul (Madrid) avisa que os produtos autobronzeadores são “totalmente seguro”, embora utilizando-a pessoa pode queimar. Por isso, aconselhável usar sempre um creme de fotoresistente solar uma vez que tenham sido empregado o auto-bronzeador.

“O auto-bronzeador é como aplicar um corante na superfície da pele. Produz uma reação de oxidação muito rápida. São açúcares e lhe dão esse tom bronzeado. São seguros, mas tem que ter em conta que, utilizando produtos autobronzeadores você pode se queimar. Por isso, o tom que se dá o auto-bronzeador também precisar de um protetor solar, porque se continua branco. Eles são seguros e não têm nenhum problema”, afirma a especialista.

Com tudo isso, a Academia Americana de Dermatologia recomenda seguir esta série de passos para se aplicar corretamente o auto-bronzeador:

1.- Exfóliate a pele. Usada uma luva de crina para exfoliarte a pele antes de aplicar o auto-bronzeador. As células mortas e também poderá retirá-las utilizando produtos esfoliantes. Emprega mais tempo com estes elementos esfoliantes em áreas onde a pele é mais grossa (cotovelos, joelhos e tornozelos).

2.- Sécate a pele. Secando a pele antes da aplicação do auto-bronzeador te ajudará a uma melhor aplicação.

3.- Aplique por partes. Por exemplo, você pode fazê-lo em primeiro nas pernas, nos braços, e depois no tronco. Massagear o auto-bronzeador em sua pele em movimentos circulares.

4.- Lava as mãos com sabão depois de aplicar o auto-bronzeador para cada parte do corpo onde o aplique. Desta forma, evitará que as palmas das mãos adquiram essa cor alaranjada tão pouco desejado nestes casos.

5.- Para um aspecto mais natural e se deve estender ligeiramente o creme autobronzeadora desde os pulsos até as mãos, e desde os tornozelos até os pés.

6.- Dilui o auto-bronzeador nos joelhos, tornozelos e cotovelos, já que estas áreas tendem a absorver mais auto-bronzeador que o resto da pele. Para diluir, esfregue levemente com uma toalha molhada ou aplique uma camada fina de creme hidratante na parte superior do auto-bronzeador.

7.- Deixe a sua pele o tempo suficiente para que éque o creme autobronzeadora. Espere pelo menos 10 minutos para se vestir. Durante as próximas 3 horas é melhor levar roupas largas e que se possa sujar. Evite se exercitar ao máximo.

8.- Aplique creme fotoprotectora diariamente porque a sua pele não está protegida contra o sol.

8 minutos para saber, se devemos sofrer de ansiedade ou depressão

Atualizado 07/02/2018 13:44:32 CET

MADRI, 7 Fev. (EUROPA PRESS) –

A página web ‘PredictPlusPrevent’, apresentada pelo grupo de Saúde Mental, Serviços e Cuidados de saúde Primários (SAMSERAP) da Rede de Pesquisa em Atividades de Prevenção e Promoção da Saúde (RedIAPP), permite prever, em menos de 8 minutos, se ele sofrerá algum episódio de ansiedade, depressão ou consumo de risco de álcool no próximo ano.

Graças a um teste, que parte de 40 fatores de risco, dos quais foram escolhidos aqueles que demonstraram uma maior utilidade para prever estas patologias, o utilizador pode, de acordo com o coordenador do grupo e pesquisador da RedIAPP, Juan Ángel Bellón, conhecer de primeira mão, se sofrer de algumas destas condições nos próximos 12 meses.

O portal, http://www.predictplusprevent.com foi criado a partir de algoritmos que demonstraram a sua validade em estudos anteriores, e está indicado em pessoas entre 18 e 75 anos, já que os estudos realizados para validação têm sido levados a cabo neste grupo de idade.

“Nós fomos os primeiros no mundo a desenvolver e validar algoritmos para prever estas patologias em diferentes estudos, onde participaram cerca de 4.000 pacientes espanhóis e outros 6.000 europeus”, disse o especialista.

A importância desta ferramenta é dada pela alta prevalência destas patologias em Portugal. De fato, estima-se que cerca de 2,5 milhões de pessoas sofrem de ansiedade; 2 milhões vivem com depressão; e cerca de 1,6 milhões mantêm um consumo de álcool de risco.

“Estamos falando de problemas que produzem um elevado sofrimento pessoal e familiar, além de elevados custos para os serviços de saúde”, destacou Bellón.

A página da web de acesso livre e gratuito, combina previsão e prevenção. Assim, esta permite capacitar o paciente, oferecendo-lhe a informação e os recursos necessários para que seja ele mesmo quem reduza seu risco, tornando a pessoa responsável pela sua própria saúde.

O processo começa com as calculadoras de risco, a partir das quais se obtém uma pontuação, de acordo com uma escala de intervalos de maior para o menor risco.

Com isso, passa-se a guia de prevenção, que mostra possíveis soluções em função do nível de risco através de 23 folhetos de auto-ajuda sobre temas diversos como o sono, a atividade física, ou de como melhorar a auto-estima.

“A prevenção fornece uma série de dicas para que a pessoa que obtenha como resultado um alto risco de padecer de alguma destas três condições possa variar a sua situação”, afirmou o pesquisador.

Na mesma linha, o grupo de pesquisa desenvolveu também uma intervenção para prevenir a incidência de depressão e ansiedade em atenção primária. O documento mostrou que com uma intervenção educativa personalizada se conseguiu reduzir os novos casos de depressão, de 21 por cento e os novos casos de ansiedade 23 por cento.